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precariosinflexiveis Fevereiro 22, 2011
Um retrato actualizado sobre a pobreza foi divulgado no Correio da Manhã com base em números do INE. Um país manchado por desempregados, famílias inteiras que dependem de biscates e da solidariedade de amigos ou instituições. Muitas destas, dependendo do cada vez mais reduzido Rendimento Social de Inserção (o famoso RSI), vêem em risco a subsistência devido ao contínuo ataque político a esta parcela que não ultrapassa os 2% do orçamento pela Segurança Social.

  • Mais de 400 mil pessoas vivem em casas onde não há uma única pessoa com emprego.
  • Dos 768,8 mil desempregados reais que o País tinha no final de 2010 apenas 38,3 por cento recebiam subsídio de desemprego: apenas 4 em cada 10 portugueses sem trabalho recebem esta prestação social cujo valor diminuiu. 
  • O Orçamento do Estado de 2011 reduziu a dotação para Subsídio de Desemprego em 156,2 milhões de euros.
Em entrevista ao Correio da Manhã, Eugénio Rosa, economista, lembra que “o subsídio de desemprego tem agora um limite máximo de dois anos” e que o RSI consiste “em média, 88 euros por pessoa e o Governo cortou em apenas um ano esta prestação a 92 mil pessoas, deixando-as na pobreza.”

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