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precariosinflexiveis Março 4, 2016
Imagem Caritas
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O jornal Público teve acesso ao relatório que a Caritas Europa irá lançar na próxima quinta-feira sobre o ano de 2015 e as conclusões da instituição são claras é cada vez mais fácil cair na “armadilha da pobreza” principalmente devido ao desemprego, mas ter trabalho não é garante de uma vida digna.

O responsável pela organização avisa para a falta de qualidade dos empregos que a propala “retoma” está a criar: “Os líderes políticos dizem-nos que mais pessoas voltaram a trabalhar. Mas é preciso ver em que condições o fizeram. Estão a trabalhar, mas não ganham o suficiente para terem uma vida digna. Ganham muito menos do que ganhavam há uns anos. Uma pessoa que recebe 400 euros vive na pobreza. Talvez consiga pagar a renda da casa, mas não lhe sobra dinheiro para pagar os livros escolares dos filhos, por exemplo, ou o custo para uma visita de estudo organizada pela escola”, diz Jorge Mayer. E acrescenta: “Há 10 anos, uma pessoa podia estar desempregada durante um tempo, mas voltava a trabalhar. Hoje, é mais fácil para essa pessoa cair na armadilha da pobreza. A precariedade da classe média é hoje muito maior do que era há seis ou sete anos.”

Os Precários desde a primeira hora avisaram que as medidas de austeridade que fomentavam o desemprego iriam criar condições para um aumento da precariedade e para uma baixa na qualidade do emprego. Hoje são numerosas as organizações internacionais que vão ao encontro desta análise.

Notícia Público aqui.

Relembramos os relatórios da Caritas Europa dos últimos anos:
Caritas Europa’s Crisis Monitoring Report 2015 – “Poverty and inequalities on the rise; Just social systems needed as the solution” 

The human cost of austerity: Poor people paying for a crisis they did not cause

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