Testemunho: “«fecha a matraca, que já falaste demais»”
Vale a pena espreitar o segundo comentário a este post, que termina com a seguinte dica para uma tal de ACT que dizem que existe e tudo: (…) “a Vertente
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Continuar a lerDivulgamos este testemunho brutal, via FERVE. Ele demonstra tristemente as consequências da irresponsabilidade que permite que os recibos verdes e as outras formas de impor a precariedade sejam a regra
Continuar a lerA propósito de um post antigo, recebemos um comentário, cujo conteúdo essencial aqui publicamos. É mais um testemunho importante, uma denúncia que revela bem como é cruel o mundo dos
Continuar a lerNos meus curtos anos de vida, podia quase escrever umas memórias, más, de experiência profissional.São muitas as empresas por onde já passei, e na sua maioria, todas ofereciam trabalho precário
Continuar a ler“Era um anúncio extremamente atraente.Boa remuneração, davam preferência a jovens licenciados, possibilidade de crescer na empresa, equipa dinâmica enfim todas as condições ideais para ter um futuro risonho. Finalmente, depois
Continuar a ler(…) “Marisa Correia e Ana Ribeiro, ambas sociólogas, trabalham na Rede Social de Loures, como funcionárias a recibos verdes. Não têm subsídio de Natal, de férias, de alimentação ou transportes.
Continuar a lerVale a pena espreitar este novo blogue: “Green, green Os recibos verdes não podem ser mães. Não têm direito ao guito pago pela empresa. Nem a férias. Nem a faltas.
Continuar a lerJá terminou o prazo oficial para responder ao inquérito sobre precariedade no jornalismo, promovido pelo sindicato dos jornalistas. Mas como mais vale tarde que nunca, os jornalistas precários que ainda
Continuar a lerSão cada vez mais as e os “cientistas em saldos”, dependentes de bolsas e sem direitos que deviam ser os de toda a gente. Estas pessoas são trabalhadores e trabalhadoras,
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