Tod@s à Greve Geral 24/11 :: Acção PI :: Seg. Social Lisboa
Numa altura em que nos dizem que a austeridade e a precariedade são “inevitáveis”, em que vemos milhares de pessoas nas filas da Segurança Social, em que todas as prestações
Continuar a lerNuma altura em que nos dizem que a austeridade e a precariedade são “inevitáveis”, em que vemos milhares de pessoas nas filas da Segurança Social, em que todas as prestações
Continuar a lerA Universidade Nova de Lisboa e alguns dos seus professores, servem hoje de disfarce ao conluio de um grupo de empresários, lançando uma visão sobre a sua sociedade do futuro
Continuar a lerDesde o passado Domingo que os hipermercados já abrem aos fins de semana. E até parece que dá jeito a muita gente. Pois a semana de trabalho não deixa tempo
Continuar a lerA edição impressa de hoje do Jornal de Negócios apresenta um dossier com as mudanças mais importantes nas perspectivas para os trabalhadores a recibos verdes para o ano de 2011 – aumentos
Continuar a lerHoje é divulgado amplamente nos media um soundbyte francês que por cá também se ouvirá, refere-se ao custo das greves para o país. A ministra da economia gaulesa afirma que
Continuar a lerComo anunciado aqui e repetindo a excelente experiência da reunião no Porto, a Ass. das Profissionais do Regime de Amas (APRA) e os Precár@s Inflexíveis reuniram ontem em Odivelas com
Continuar a lerMural do PI em São Domingos de Rana (Carcavelos) @s Precári@s Inflexíveis reúnem hoje às 20h na Lx Factory. Falaremos da austeridade, do novo Código Contributivo e da nossa campanha
Continuar a lerGostaria de partilhar com todos uma realidade quase escondida. Os trabalhadores de muitas organizações não governamentais portuguesas são trabalhadores precários e recebem muito menos do que as qualificações e horas
Continuar a lerNa continuação da luta conjunta com as Amas da Segurança Social, vai realizar-se amanhã dia 23/10/2010 na Igreja de Patameiras – Odivelas (MAPA), pelas 17.30h, a 2ª sessão de esclarecimento
Continuar a lerOs Precários Inflexíveis consideram o Código Contributivo como uma ferramenta legal da maior importância e que, por isso, tem de ser justa, designadamente, justa com todos os trabalhadores e trabalhadoras
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